Revista Catarinense de Economia https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce <p><span style="font-weight: 400;"><img src="/rce/public/site/images/editor/capa_thumb(icone).jpg"></span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Editada eletronicamente desde o primeiro semestre de 2017, com dois números anuais, a Revista Catarinense de Economia (RCE) representa a materialização de um persistente propósito da Associação de Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC), criada em abril de 2007.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A APEC realiza a cada ano o Encontro de Economia Catarinense, de forma itinerante entre instituições com atividades de ensino e pesquisa em Economia em Santa Catarina. A criação da RCE reflete o interesse dos membros dessa associação em ampliar e fortalecer o espaço representado por esses encontros, por meio de instrumento como uma publicação periódica, para a divulgação e o debate, em Santa Catarina, de estudos e pesquisas em Economia e em outras áreas das Ciências Sociais Aplicadas e das Ciências Humanas, conforme indicação a seguir:</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Nas Ciências Sociais Aplicadas (além da Economia) : Direito, Administração, Arquitetura e Urbanismo, Demografia, Serviço Social, Turismo.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Nas Ciências Humanas: Sociologia, Antropologia, História, Geografia, Educação, Ciência Política.</span></p> Associação de Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC) pt-BR Revista Catarinense de Economia 2527-1180 <p>Ao submeter um artigo, os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> Apresentação https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/99 <p>É com alegria que a colocamos à disposição da comunidade acadêmica, mais um número da Revista Catarinense de Economia da Associação dos Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC). Os artigos dedicam-se aos estudos sobre a economia internacional catarinense e brasileira, tema do XVI Encontro de Economia Catarinense que se realiza nos dias 15 a 17 de setembro do corrente ano.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O primeiro artigo “Inserção internacional e mudança estrutural da balança comercial catarinense nos anos 2000” de autoria de Adriano de Amarante, William J. Borges, Fenando Pozzobon e Daniel A. Souza tem como objetivo, analisar o comportamento das exportações e importações da economia estadual nas duas últimas décadas. Utiliza o método misto de análise, combinando elementos de análise quantitativa e qualitativa, em estudo de natureza exploratória. Recorre a dados disponíveis do comércio exterior em documentos dos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Economia, bem como fundamenta a análise no arcabouço teórico da escola institucionalista. Os principais resultados apontam para mudanças na estrutura, origens e destino dos itens da pauta das exportações e importações. Destaque para o crescimento dos valores comercializados com a China, tanto nas vendas como nas compras externas, evidenciando com isso a dependência da economia estadual do mercado asiático.&nbsp;&nbsp;</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O segundo artigo “O apoio financeiro do BNDES em perspectiva histórica e o financiamento às exportações brasileiras e catarinenses para o período de 1995-2020” de autoria de André S. Redivo busca identificar as características e as fases de atuação do Banco e apresentar o apoio financeiro para exportações brasileiras e catarinense. Utiliza, para referências bibliográficas que tratam o desenvolvimento sob perspectiva história e base de dados e relatórios de atividades da própria instituição financeira. Os resultados, apontam, no primeiro plano, execução distinta das atividades banco nos períodos - 1990 a 2002, 203 a 2014 e 2015 a 2020 -, em linha com a orientação da política econômica. E, no segundo plano, os dados mostram crescimento dos desembolsos para exportação com o propósito de aumentar a participação das empresas no comércio exterior e melhorar a balança de transações correntes. O apoio dado pelo Banco à economia brasileira, segue padrão semelhante ao fornecido à economia catarinense.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O terceiro artigo “A inserção externa da indústria brasileira e catarinense entre 1994 e 2017” de autoria de Hermano Caixeta Ibrahim e Leonel Toshio Clemente tem como propósito analisar a trajetória da indústria nacional e catarinense, a partir dos resultados da balança comercial das manufaturas segundo o coeficiente de intensidade tecnológica. Fundamenta o estudo na abordagem teórica estruturalista cepalina. Nesse sentido, recorre a dados de fonte internacional como da UCTAD-STAT e nacional do IPEADATA. Os resultados apontam que no período de crescimento econômico do Brasil e de Santa Catarina registra-se melhor desempenho nos setores produtivos de média intensidade tecnológica. No período de recessão econômica, o déficit comercial manufatureiro eleva-se, devido as importações de bens de maior conteúdo tecnológico. O artigo aponta a necessidade de formulação de política industrial, que leve em pauta setores de médio conteúdo tecnológico que se mostram mais dinâmicos ao longo do tempo.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O quarto artigo “Direitos de propriedade intelectual e comércio exterior de serviços no Brasil no período de 2014 a 2018” de autoria de Araken A. Lima, Alisson L. Lessak, Alejandro K. Arrabal, Mauro C. V. Luz e Bruna L. Gonçalves tem o propósito de discutir o comércio exterior de serviços no país, com foco nas operações de direito de propriedade intelectual, considerando cinco anos, 2014 a 2018.&nbsp; Para tanto, recorre a duas bases de dados, a presente no Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio e no Balanço de Pagamentos. Os resultados apontam a baixa performance dos direitos de propriedade no âmbito do comércio exterior de serviços no Brasil. A razão apresentada para tal performance deve-se baixa reação do sistema produtivo às políticas de ciência, tecnologia e inovação propagada pelo governo brasileiro e replicada pelos estados subnacionais. Tal resultado dificulta melhor inserção competitiva do país no mercado mundial. As várias leis – franquia empresarial, propriedade intelectual, cultivares, software e direitos autorais -, a política de inovação e o novo marco legal de ciência e inovação não promovem efeitos relevantes, sobretudo no que tange as transações sobre direito de propriedade intelectual.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O quinto artigo “Estado, desenvolvimento e panorama social na América Latina: análise de indicadores selecionados - Brasil, Argentina, Chile, México e Colômbia” de autoria de Silvio Freitas, Josiane S. Mendes e Henrique P. Campos tem o objetivo de fazer uma radiografia de indicadores sociais de cinco países, considerados maiores economias latino-americanas. Recorre a base de dados da CEPAL, que possui registros de 33 países membros. Os resultados apontam que a despeito da riqueza produzida, a desigualdade social impera nesses países. A riqueza é altamente concentrada em países, Brasil e Chile; existe nível elevado extrema pobreza, Brasil e Colômbia a taxa de analfabetismo não é desprezível, Brasil e Colômbia; e conta com indicador alto de homicídios, Brasil e México. Solicita a realização de mais estudos dessa natureza, no propósito de subsidiar políticas de desenvolvimento que venham reduzir a desigualdade socioeconômica.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O sexto artigo “Região de fronteira terrestre Brasil – Argentina: uma contribuição ao debate sobre desenvolvimento regional, de autoria de Rosa de Barros F. de Almeida busca apontar as ações que estão sendo desenvolvidas em 82 municípios, situados na região de fronteira do estado de Santa Catarina com a Argentina. Recorre a fontes bibliográficas que tratam do tema, bem como de informações obtidas na Secretaria de Planejamento do Governo do Estado de Santa Catarina. Os resultados apontam que o Núcleo Estadual da Região da Faixa de Fronteira vem desenvolvendo ações na região com registros de melhorias na área de infraestrutura, na segurança, na educação, na saúde, no turismo e em atividades econômicas, no agronegócio. Ressalta-se a importância da presença do Estado na região, como instância promotora do desenvolvimento.</p> <p>O sétimo e último artigo “Ações de internacionalização das atividades das universidades catarinenses: um ensaio introdutório” de autoria de Paola Azevedo, Daniela Lemos, Dimas Estevam, Tatiana Veiga, Bruna Furnaletto, Liana Sonza, Gustavo Soares, Maria Elizabeth C. Gama, Jani Floriano e Thais Cristina da Rocha tem como intuito apresentar as ações e resultados alcançados no processo de internacionalização das universidades catarinense: UFSC, UDESC, FURB, UNIVALI, UDESC, UNIVILLE e UNOCHAPECÓ. Utiliza de roteiro de pesquisa para coleta das informações pelos autores das universidades que estão vinculados. Os resultados apontam que todas as universidades criaram estrutura organizacional para levar adiante a política de internacionalização. As atividades desenvolvidas ocorrem com temporalidade distinta, algumas já com ações por várias décadas. Em todas universidades as ações apresentam-se diversificadas, em crescimento com resultados positivos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desejamos boa leitura a todos!!</p> <p>&nbsp;</p> <p>Florianópolis, 11 de setembro de 2021</p> <p>&nbsp;</p> <p>Silvio Antonio Ferraz Cario</p> <p>Alcides Goulart Filho</p> <p>Editores</p> Silvio Cario Alcides Goulart Filho Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-14 2021-09-14 4 2 1 4 Inserção internacional e mudança estrutural da balança comercial catarinense nos anos 2000 https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/94 <p>Neste artigo, propõe-se analisar a evolução da balança comercial de Santa Catarina e a mudança na sua estrutura nos anos 2000. Neste estudo exploratório, pautou-se pela análise descritiva de dados e informações de pesquisas quantitativa e qualitativa. A análise descritiva teve-se como suporte adicional a abordagem Neo-Institucionalista, para direcionar e contextualizar o ambiente em que a economia catarinense se insere no comércio internacional, com influência de acordos internacionais e de blocos econômicos. Os resultados são a mudança nas origens e destinos das mercadorias comercializadas, com destaque ao ganho de participação nos valores das importações e exportações por parte da economia Chinesa, e a redução na diversificação da pauta de exportação ao final da segunda década dos anos 2000.</p> Adriano de Amarante William Jose Borges Fernando Pozzobon Daniel Augusto de Souza Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-11 2021-09-11 4 2 4 32 O apoio financeiro do BNDES em perspectiva histórica e o financiamento às exportações brasileiras e catarinenses para o período de 1995-2020 https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/93 <p>O presente artigo tem dois objetivos. O primeiro dedica-se em apresentar uma revisão do apoio financeiro do BNDES, em perspectiva histórica, entre 1952 e 2020, buscando identificar as principais características e diferentes fases de atuação do banco. Este panorama geral permite observar que a instituição tem uma atuação específica, demarcada pelo processo de desenvolvimento que o país passou, entre 1952 e 1980. A partir de 1990 a instituição tem uma atuação cíclica, orientada perspectivas de política econômica, demarcados em três períodos: 1990 a 2002, 2003 e 2014, e 2015 a 2020. O segundo objetivo volta-se em apresentar o apoio financeiro do BNDES para exportações brasileiras e catarinenses. Os resultados mostram que o maior volume de desembolsos às exportações se concentra no período 1999-2010 e que o comportamento do apoio para o Brasil e Santa Catarina segue um padrão semelhante. Para ambos os objetivos foram utilizados como fonte de pesquisa os relatórios do BNDES para o período e os dados disponibilizados pela instituição.</p> André Redivo Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-11 2021-09-11 4 2 33 56 A inserção externa da indústria brasileira e catarinense entre 1994 e 2017 https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/92 <p>Na tradição estruturalista latino-americana o desenvolvimento econômico deve ser fruto do avanço da estrutura produtiva e tecnológica dos países periféricos, permitindo melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos. À luz da teoria estruturalista cepalina, o trabalho analisa a trajetória da indústria brasileira e catarinense a partir dos resultados do saldo comercial das manufaturas classificadas conforme seu coeficiente tecnológico nas décadas de 1990 e 2020. O objetivo é apontar0 setores tecnológicos que apresentam alguma capacidade de concorrer pelo mercado mundial de produtos manufaturados. Os resultados apontam que, apesar do processo de desindustrialização da economia brasileira, o crescimento econômico no Brasil e no Estado de Santa Catarina foram acompanhados de uma melhoria na inserção internacional industrial até a primeira metade dos anos 2000, especialmente no setor de média intensidade tecnológica. Fora os momentos de recessão econômica, entre 2015 e 2017, os resultados dos saldos comerciais de manufaturas mostram um déficit crescente, nas mais intensas em tecnologia. Os resultados apontam que, apesar da dificuldade estrutural, alguns setores de média intensidade tecnológica se mostraram competitivos, em um período específico da história recente do país</p> Hermano Caixeta Leonel Toshio Clemente Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-11 2021-09-11 4 2 57 82 Direitos de propriedade intelectual e comércio exterior de serviços do Brasil no período de 2014 a 2018 https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/97 <p>Este artigo apresenta panorama brasileiro das operações sobre direitos de propriedade intelectual no comércio exterior de serviços, a partir dos dados do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio, 2014 a 2018, e do Balanço de Pagamentos, 1995 a 2020. Utilizou-se de indicadores de comércio internacional para explicitar a participação do Brasil nos processos de trocas internacionais, em especial nas operações sobre direitos de propriedade intelectual. O resultado indica o baixo efeito das políticas de apoio e estímulo à inovação e à propriedade intelectual no Brasil no seu padrão de inserção comercial aos mercados globais.</p> Araken Lima Alisson Luiz Lessak Alejandro Knaesel Arrabal Mauro Catharino Vieira da Luz Bruna Luiza Gonçalves Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-12 2021-09-12 4 2 83 114 Estado, desenvolvimento e panorama social na América Latina https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/96 <p>O presente estudo tem como objetivo apresentar e analisar indicadores de desenvolvimento econômico do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México. Realiza-se pesquisa de cunho descritivo com abordagem analítica sob perspectiva histórica-comparativa. Recorrem-se a fontes de informações, dentre as quais as fornecidas pela base de dados da CEPAL. Os resultados apontam países com maiores indicadores em IDH, Chile e Argentina; em participação de gastos em educação em relação ao PIB, Brasil e Argentina; em concentração de renda, Brasil e Chile, em extrema pobreza, Brasil e Colômbia; em menor índice de analfabetismo Argentina e Chile; e em mortalidade infantil, Brasil e Colômbia. Estudos dessa natureza são instrumentos para gestores públicos implementarem ações para mitigar condições que limitam o desenvolvimento.</p> Silvio Barboza Josiane Mendes Henrique Campos Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-12 2021-09-12 4 2 115 138 Região de fronteira terrestre Brasil-Argentina: uma contribuição ao debate sobre desenvolvimento regional https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/95 <p>O objetivo desse artigo é dar uma contribuição ao debate sobre desenvolvimento regional, a partir de um estudo de caso sobre a região da fronteira Brasil-Argentina. Para alcançar esse objetivo, recorre a referências bibliográficas que tratam desse assunto. Realiza-se pesquisa descritiva de abordagem qualitativa. A região de fronteira de Santa Catarina com a Argentina conta com 82 municípios e cerca de 900 mil habitantes. O governo do estado de Santa Catarina criou, seguindo determinação do governo federal, o Núcleo Estadual da Região da Faixa de Fronteira. As ações desenvolvidas até o momento estão voltadas em melhorar a infraestrutura fronteiriça, sistema de segurança, estrutura educacional, sistema de saúde, desenvolvimento do turismo e da agricultura. Citam-se algumas ações realizadas, como melhoria na alfandega para transito de pessoas e veículos, sistema de informações voltada à segurança, atendimento médico-hospitalar, implantação de sistema bilíngue na educação, cooperação técnica entre entidade de pesquisa e extensão agropecuária, entre outros.</p> Rosa Almeida Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-12 2021-09-12 4 2 139 163 Ações de internacionalização das atividades das universidades catarinenses: ensaio introdutório https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/98 <p>O objetivo deste artigo é apresentar as ações voltadas a internacionalização das atividades desenvolvidas pelas universidades catarinenses – UFSC, UDESC, FURB, UNIVALI, UDESC, UNIVILLE e UNOCHAPECÓ. As partir de um roteiro estabelecido, os autores buscaram informações nas universidades que estão vinculados. Os resultados apontam que as universidades possuem estrutura organizacional para desenvolvimento de políticas de internacionalização. Formam parcerias e estabelecem convênios com universidades estrangeiras.&nbsp; Em todas universidades, o desenvolvimento dessas atividades mostra-se crescente, sustentado em diferentes ações empreendidas.</p> Tatiane A Viega Vargas Daniela Lemos Daniela Lemos Paola Azevedo Paola Azevedo Dimas Estevam Dimas Estevam Bruna Furnaletto Bruna Furnaletto Liana Sonza Liana Sonza Gustavo Soares Gustavo Soares Maria Elizabeth C. Gama Maria Elizabeth C. Gama Jani Floriano Jani Floriano Thais C. Rocha Thais C. Rocha Copyright (c) 2021 Revista Catarinense de Economia 2021-09-13 2021-09-13 4 2 164 204