https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/issue/feed Revista Catarinense de Economia 2024-02-24T11:27:09-03:00 Alcides Goularti Filho rce@apec.pro.br Open Journal Systems <p><span style="font-weight: 400;"><img style="height: 265px;" src="https://www.apec.pro.br/rce/public/journals/1/homepageImage_pt_BR.png" width="187"></span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Editada eletronicamente desde o primeiro semestre de 2017, com dois números anuais, a Revista Catarinense de Economia (RCE) (e-ISSN 2727-1180) representa a materialização de um persistente propósito da Associação de Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC), criada em abril de 2007.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A APEC realiza a cada ano o Encontro de Economia Catarinense, de forma itinerante entre instituições com atividades de ensino e pesquisa em Economia em Santa Catarina. A criação da RCE reflete o interesse dos membros dessa associação em ampliar e fortalecer o espaço representado por esses encontros, por meio de instrumento como uma publicação periódica, para a divulgação e o debate, em Santa Catarina, de estudos e pesquisas em Economia e em outras áreas das Ciências Sociais Aplicadas e das Ciências Humanas, conforme indicação a seguir:</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Nas Ciências Sociais Aplicadas (além da Economia) : Direito, Administração, Arquitetura e Urbanismo, Demografia, Serviço Social, Turismo.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Nas Ciências Humanas: Sociologia, Antropologia, História, Geografia, Educação, Ciência Política.</span></p> https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/162 Apresentação RCE Volume 7, número 1/2023 2024-02-24T11:26:59-03:00 Alcides Goularti Filho alcides@unesc.net Fábio Farias de Moraes fariasdemoraes@gmail.com Liara Darabas Ronzani liadarabas@hotmail.com <p>Editorial</p> 2024-02-24T09:48:59-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/115 DESEMPENHO GEOECONÔMICO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO E CATARINENSE PÓS-2003 2024-02-24T11:26:55-03:00 Carlos José Espíndola carlos.espindola@ufsc.br Roberto César Costa Cunha robertoujsma@hotmail.com <p>Os agronegócios brasileiros e catarinenses desempenham importante papel na economia brasileira e mundial. O PIB do agronegócio brasileiro a preços correntes cresceu de R$ 523,6 bilhões, em 2003, para R$ 1,9 trilhão de reais, em 2020. Em termos de Valor Bruto da Produção (VBP), enquanto as lavouras geraram em 2021, R$ 688,3 bilhões, a pecuária gerou R$ 314,4 bilhões. Nas exportações, que passaram de US$ 21 bilhões, em 2000, para US$ 96,8 bilhões em 2019, o que corresponde a 43,2% do total exportado e resultou em um saldo de R$ 83 bilhões. O estado de Santa Catarina, com 183 mil estabelecimentos agropecuários e 502 mil pessoas ocupadas, apresentou em 2021, um VBP agropecuária uma receita de R$ 42,6 bilhões, sendo 33,3% referentes às lavouras e 66,3% referente à pecuária. Entre 2003-2020, o VBP da agropecuária catarinense apresentou um crescimento da ordem de 2,7 vezes. As exportações do agronegócio catarinense representaram em 2020, 5,7% das exportações do agronegócio brasileiro e 68,3% das exportações totais catarinense. De um total de US$ 10,3 bilhões, gerado pelo estado em 2020, o agronegócio contribuiu com US$ 1,59 bilhões com a exportação de carne de frango, US$ 1,32 bilhões de carnes de suínos e US$ 669,9 milhões, com a soja. Este texto objetiva apresentar o desempenho geoeconômico dos agronegócios brasileiros e catarinenses no período pós 2003. Na elaboração do texto, optou-se pela abordagem exploratória via levantamento bibliográfico, documental e estatísticos relativo à temática exposta. Fruto do processo de modernização da agropecuária iniciada nos anos 1960, os diferentes agronegócios passaram por profundas transformações técnico-econômicas que se manifestaram ainda nos anos de 1990 e pós 2003. O desempenho favorável dos indicadores econômicos contrastou com o declínio da área de pastagens e da área plantada das lavouras temporárias e permanentes. O crescimento da produção das lavouras e da pecuária catarinenses explica-se igualmente pelo aumento da produtividade e a crescente inserção no mercado internacional.</p> 2024-02-24T11:03:58-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/135 DESMATAMENTO NA AMÉRICA DO SUL: UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DA RELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, URBANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO 2024-02-24T11:26:52-03:00 Thiago Santos da Silva thiago.santos@acad.ufsm.br <p><span style="font-weight: 400;">O desmatamento é uma grave questão ambiental, que impacta negativamente a biodiversidade e compromete o bem-estar das gerações futuras. Nesse contexto, este artigo propõe investigar a relação entre a perda de áreas florestais, a produção de cereais e o crescimento da população urbana na América do Sul, por meio de uma análise econométrica. Os resultados apontam que a produção de cereais e o crescimento urbano contribuem para o desmatamento, enquanto o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que considera educação, longevidade e renda, tem um efeito positivo na preservação das florestas. Essas evidências têm importantes implicações para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a promoção do desenvolvimento sustentável. Portanto, este trabalho contribui para o debate sobre a importância da conservação das florestas primárias como meio de garantir o crescimento econômico de forma ambientalmente responsável.</span></p> 2024-02-24T11:08:26-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/100 ANÁLISE DOS PREÇOS DE MADEIRA DE EUCALYPTUS PARA CELULOSE NO ESTADO DE SANTA CATARINA 2024-02-24T11:26:50-03:00 Renata Novaes Silva renata.econ@hotmail.com <p>O objetivo da presente pesquisa é analisar a sazonalidade dos preços de madeira de eucalipto (em pé) para celulose no estado de Santa Catarina, no período de 2013 a 2017. Para alcançar o objetivo geral foi necessário analisar o comportamento dos preços da madeira de eucalipto e obter os valores dos índices estacionais e de sazonalidade. Trata-se de uma pesquisa de natureza aplicada, do tipo descritiva com abordagem quantitativa e que utiliza dados secundários. A pesquisa identificou movimentos oscilatórios ao longo do tempo, com tendência de queda entre maio e julho, variação percentual média de -3,9%, e entre os meses de agosto a dezembro, variação percentual média de -5,0%. Apesar da variação dos preços, a análise de variância indicou que, no período analisado, essas variações nos preços da madeira de eucalipto para celulose em Santa Catarina não apresentam padrão estacional.</p> 2024-02-24T11:11:12-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/141 ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL EM SANTA CATARINA: DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE MARCAS COLETIVAS CATARINENSES 2024-02-24T11:26:47-03:00 Ivoneti da Silva Ramos ivoneti.ramos@udesc.br Mateus Tiago Huinka mateushu_inka@hotmail.com Valério Alécio Turnes valerio.turnes@udesc.br <p>O desenvolvimento territorial tem se apresentado como alternativa à mudança do cenário econômico de diversos municípios localizados fora de grandes circuitos comerciais e que foram desfavorecidos pelos processos competitivos desencadeados na segunda metade do século XX. Dentre as estratégias de desenvolvimento, a valorização da identidade territorial por meio dos sinais distintivos coletivos se apresenta como uma oportunidade para gerar renda e estimular a economia local. Este trabalho tem como intuito apresentar um mapeamento das marcas coletivas existentes em território catarinense e que estejam em operacionalização comercial. Nesta perspectiva, o objetivo geral consiste em apresentar a distribuição espacial das marcas coletivas registradas em Santa Catarina, que estejam em circuitos comerciais, fornecendo um material inicial para futuras pesquisas sobre o tema. A pesquisa foi delineada como estudo exploratório, complementada por pesquisa bibliográfica, com coleta de dados em fontes primária e secundária. Os principais resultados do trabalho apontaram para a existência de 32 marcas coletivas, com efetiva operacionalização, distribuídas de maneira mais evidente nas mesorregiões do Oeste Catarinense (50%) e Norte Catarinense (21,9%). Na mesorregião do Vale do Itajaí encontram-se 12,5% das marcas coletivas estudadas. As mesorregiões Sul Catarinene e Serrana possuem o mesmo quantitativo de marcas coletivas em circuitos comerciais (6,3%). A mesorregião da Grande Florianópolis possui apenas uma marca coletiva (3%). A distribuição espacial mostra a concentração nas áreas mais distante dos grandes centros de comercialização, corroborando com a teoria. Mas ressalta-se que todas as mesorregiões apresentam pelo menos uma marca coletiva, o que indica que o tema tem espaço nas agendas regionais em Santa Catarina. Destaca-se que os municípios de São Miguel do Oeste, Chapecó e Joinville possuem mais de uma marca coletiva em seu território, o que pode gerar novas pesquisas para entender os fatores competivivos e a participação no mercado local. O estudo também demonstrou um grande desafio no que se refere à identificação do tema no território catarinense, o que abre espaço para pesquisas futuras.</p> 2024-02-24T11:13:55-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/142 PRODUÇÃO TÊXTIL E DE VESTUÁRIO NO MÉDIO VALE DO ITAJAÍ (SC) PERANTE OS DESAFIOS DA COVID-19 2024-02-24T11:26:44-03:00 Hoyêdo Nunes Lins hnlins55@gmail.com Patricia Loch Kleinubing patricialk0601@gmail.com <p>A pandemia da Covid-19 forçou governos a adotar medidas rigorosas para conter o vírus, como interrupções duradouras de atividades. Em sistema de produção globalizada que evoca uma engrenagem com peças articuladas, essas medidas tiveram importantes consequências na economia mundial, afetando diversos setores em diferentes lugares. Este estudo focaliza os efeitos dessa conjuntura em atividades de produção têxtil e de vestuário no Médio Vale do Itajaí (MVI), incluindo a maneira como empresas reagiram às adversidades. Pesquisa bibliográfica e documental e, principalmente, pesquisa direta por meio de entrevistas embasaram o trabalho. A pesquisa direta logrou levantar dados e informações junto a sete empresas associadas ao Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (SINTEX), embora o questionário eletrônico fosse disponibilizado para todas. O trabalho mostra que atividades têxteis e vestuaristas locais foram bastante atingidas, impondo dificuldades em termos de comercialização e de importação de insumos e matérias-primas, em linha com o observado em diferentes experiências no Brasil e no exterior. As reações das empresas abrangeram mudanças nos seus processos de comercialização, com avanço na digitalização e nas relações com clientes, e tentativas de redesenhar linhas de suprimentos, explorando possibilidades nacionais e estrangeiras quanto a fornecedores e novos produtos. Uma escassa “projeção” regional nesses termos foi informada, embora o MVI abrigue um importante e histórico <em>cluster</em> têxtil-vestuarista. Também rarefeitas foram as interações locais indicadas, quer interempresariais ou entre empresas e instituições, sobre tentativas para encaminhar o enfrentamento dos problemas criados ou agravados pela pandemia.</p> 2024-02-24T11:15:57-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/134 O ACORDO DE PLAZA E A DINÂMICA DAS ECONOMIAS ASIÁTICAS ENTRE 1980-1990: UMA COMPARAÇÃO COM A AMÉRICA LATINA PELA PERSPECTIVA JAPONESA 2024-02-24T11:26:39-03:00 Mariana Vieira Soares marianavieira.soares@outlook.com <p>O Acordo do Plaza aconteceu em Nova Iorque em setembro de 1985 e contou com a participação do G-5, as 5 maiores economias industrializadas do mundo que concordaram em depreciar o dólar americano. Desde o início dos anos 80, o Federal Reserve optou por política monetária restrita, ao mesmo tempo que investia em uma política fiscal expansionista no governo Reagan entre 1981-1984. Essas medidas resultaram em uma alta valorização do dólar, pressionando a indústria manufatureira americana. Com isso, o Japão foi pressionado a valorizar o iene frente ao dólar. Nessa pesquisa, o objetivo é analisar o desenvolvimento econômico proporcionado pela estratégia do Japão após o Acordo de Plaza em 1985 e como tornou as economias do Leste da Ásia mais dinâmicas que as da América Latina no contexto internacional a partir de 1985. É a partir desse acordo que o Japão passa a ser um protagonista na expansão econômica da região, responsável, por exemplo, por mudanças estruturais de deslocamento de capital e produção pelo Leste e Sudoeste da Ásia. Por meio de análises históricas e desenvolvimentistas, será possível identificar as características decorrentes do acordo que possibilitaram à Ásia sua participação expressiva na economia mundial e entender motivos regionais, macroeconômicos e políticos para que economias latino-americanas não tenham percorrido o mesmo caminho. O Acordo de Plaza, 38 anos depois, ainda contribui na compreensão das economias da América Latina, que a partir de 1985, foram desenvolvendo uma trajetória diferenciada, composta por economias majoritariamente primário exportadoras, com infraestrutura deficitária tecnologicamente e vulneráveis às necessidades da demanda mundial.</p> 2024-02-24T11:20:10-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es) https://www.apec.pro.br/rce/index.php/rce/article/view/160 CONCLUSÃO DA TESE DE ONDINA PEREIRA BOSSLE 2024-02-24T11:27:09-03:00 Ondina Pereira Bossle apec@apec.pro.br <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2024-02-24T11:21:26-03:00 Copyright (c) 2024 Autor(es)